EEG no Leito

A eletroencefalografia é o exame mais utilizado na avaliação da função cerebral. Nos últimos anos sua aplicação  trouxe novas perspectivas nos pacientes graves internados na UTI É extremamente útil, e por que não dizer, fundamental,  em condições clínicas que afetam o sistema nervoso central direta ou indiretamente, como desordens metabólicas, tóxicas, degenerativas, inflamatórias e pós-traumáticas, avaliando e fornecendo informações sobre diferentes áreas corticais simultaneamente. Os achados eletroencefálicos são valiosos na avaliação da causa e da possível evolução do paciente em coma. Permite, ainda, identificar eventos neurológicos adversos, possibilitando uma rápida intervenção e redução dos danos neurológicos secundários. Tal fato, é extremamente importante, uma vez que, em pacientes críticos, ocorrem alterações funcionais e estruturais antes destas alterações serem identificadas no exame neurológico. Assim, quando se observa uma modificação no exame clínico, já ocorreram lesões cerebrais irreversíveis. Desse modo, o objetivo primário do EEG a beira do leito nos pacientes graves é identificar essas alterações precocemente. Além de ser sensível na detecção de falta de oxigênio.

Com os avanços tecnológicos, a técnica envolvida está cada vez mais simplificada. Basicamente utiliza-se um equipamento de Eletroencefalograma (EEG) digital conectado a um computador. Um técnico em EEG, um médico eletroencefalografista e um neurointensivista formam uma equipe que deve estar em sintonia para que o pedido de exame, a aquisição e o laudo aconteçam de uma maneira rápida e eficaz, de tal forma que o maior beneficiado seja o paciente com diagnóstico precoce e terapeutica  adequada minimizando os prejuizo centrais que podem ser irreversíveis. 

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